quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Pseudo poesia (de copo de cerveja) no bar

Nem saber
A birita está, tem me deixado,
Muito ciente. Isto tem me absorvido,
Consequente, mente só pensar.
Isto tudo pra dizer:
Melhor parar de beber isso!
Só se for socialmente,
Social mente descaradamente!
Então eu continuo,
Várias sensações,
Outros sentidos...
Mais continências ao pai comandante
Nada sobre tudo, nadar sem afogar-se.

(No estilo da época Modernista, de uma grandiosidade intelectual fenomenal, escrita num papel de pão em um boteco desses da vida...)