quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Em busca da fórmula perdida

Deus conserve pra sempre meu bom senso temperado a pitadas de loucura.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

"sentimentalismo exagerado"

O que me dói é que as fotos são sempre as mesmas... Não ouve comigo as novas músicas das minhas bandas preferidas, não me viu prestar os últimos vestibulares, não vai me ver levar o trote e não fez mais as melhores reclamações. Não sei se está usando barba, não conhecemos a Espanha. Não lhe contei "quem matou Taís" antes do último capítulo, não assistiu todos os filmes de romance que eu emprestava, e me deixa indo no cinema sozinha. Não foi ao show do Barão. As histórias que viveu, de tantas vezes contadas, já nem sei mais como aconteceram de verdade... Inúmeras palavras não ditas, novidades não contadas, fotografias não tiradas; e eu ainda sinto saudades... E digo isso sabendo que pra sempre vou sentir. Às vezes quando eu quero lhe contar alguma coisa, dar um telefonema ( o nome ainda na agenda) eu me lembro (metade ainda triste, metade já serena) que eu não posso. Mas aí eu me lembro também (inteiramente feliz) que eu não preciso. Pois ele sempre soube de tudo.
A dor vem e vai, mas às vezes é cruel. É cruel não poder discutir com ele as últimas notícias, não contar com seu abraço, não ligar pra ele sem motivos. Mas o mundo não parou para ninar. Acho que eu não sou mais tão feliz, mas prefiro acreditar que tudo que aconteceu foi um presente que ganhei. Hoje eu sinto falta, mas saí vitoriosa. =)

domingo, 27 de janeiro de 2008

"Cartas na mesa"

Quando eu quero assustar um cara, é fácil: é só dizer que precisamos 'discutir a relação'. Agora, quando assustá-lo não é o suficiente, acrescento o complemento "a gente precisa colocar as cartas na mesa".
"Cartas na mesa" é uma expressão que assusta todos os homens do planeta. No jogo do relacionamento, quando o casal precisa colocar as cartas na mesa, pode ter certeza que ninguém sairá ganhando.
Não estou defendendo a falta de diálogo entre um casal nem a omissão a respeito do terreno onde cada um está pisando. Mas, ao jogar as cartas na mesa, a menos que você esteja blefando, pode se preparar para dizer adeus. Cobrar um homem é uma coisa, colocá-lo contra a parede é outra. Será? Pensando bem, acho que é tudo igual.

É o meu paradoxo: fazer o homem agir como quero, sem ter de dizer a ele o que fazer. É difícil?
Como fazer, então, para ser ouvida? Aqui vai uma dica: passa um batom e seja gentil durante o dia com ele. No final do dia, coloque em pauta a questão que te incomoda tanto – mas numa boa. Sem confronto, sem culpados. Apenas uma boa conversa. Se ele começar a ficar meio arisco, mude de assunto e depois retoma... Tenho certeza que rapidamente ele vai te ouvir e não vai nem perceber. Pronto, você conseguiu o que queria. Na boa, problemas existem em qualquer relação... E o que fazer com aquelas cartas que você ia colocar na mesa? Deixe-as guardadinhas no armário, mas bem lá no fundo. Um dia você esquece que elas estão
lá...

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Até que o fim das férias cairia bem...

Definitivamente os meses estão passando muito rápido. O tempo está passando e eu não plantei a tal árvore, nem sonhei com meus filhos e muito menos escrevi o tão sonhado livro que ecoava em meus pensamentos desde a infância. A qualquer momento vou me deparar com o espelho e perceber que ando muito sem tempo, com milhares de aulas para dar e alunos a espera. A vista já cansada e um tom ranzinza ao articular algumas palavras. Chata, chata, cada vez mais chata. Com o planeta maluco do jeito que anda, daqui a pouco o mundo acaba e eu não cometi nenhuma grande obra que entre para a posteridade. Mas se ele realmente não acabar antes que eu fique velha, acho que não terei a lembrança de bons namorados ou de ser amada num dia de chuva. E quando meus 60 anos chegarem, eu vou querer voltar aos 18 que tenho hoje, só para me dar um tapa na cara e bradar: Acorda, porra, você ainda é jovem!! Pega teus borrões e publica, passa um batom nessa boca e vai fazer logo aquela viagem que você quer tanto fazer! E, por fim, planta logo essa droga dessa árvore que você cismou que tem que plantar!!!!

domingo, 20 de janeiro de 2008

Cirque du Soleil


Marcos Frota? Beto Carreiro? Eu tô falando é de circo de verdade... A gente passa a vida rindo de palhaços que não tem a menor graça, e no fundo, dá até um pouco de pena dos artistas...

Há tempos não ia assistir um show tão bom, claro que eu sou do tipo de pessoa que se diverte com qualquer coisa, mas estou dizendo de ir a um show e dizer "QUE SHOW MARAVILHOSO", estou até agora arrepiada com o que eu vi.

Queria tentar descrever aqui pra quem for ler mais tarde a grandiosidade dos talentos do Circo du Soleil, pelo dvd dá pra ter uma idéia, mas ao vivo não se compara, lógico.

Valeu Bradesco, o patrocinador principal do evento e meu patrocinador também! É 0800 mesmo, do estacionamento até o refrigerante e a pipoca.

Eu garanto; Não foi a toa que deram o nome do espetáculo de "ALEGRIA".