quarta-feira, 30 de abril de 2008

Assumira que jogava com o assunto mais importante de sua vida.

Assumira-o porque, certa vez alcoolizada andou abrindo a boca; não porque tinha dignidade para tanto. Havia pensado que era um deus.
E chorou copiosamente quando o descobriu mortal.
Mas não o abandonaria...
Apenas se tornaria mais cautelosa...